quinta-feira, 10 de abril de 2008

Omnipresente

Senhora do meu pensamento

Ouve a voz da razão

Arrisca em mim

Dá-me o teu coração


Deixas-me só

Triste e sem alento

Porém teu sopro

Esse é meu sustento


És como a vida

Não tens preço

Mas eu tudo dava

Só para ter o teu apreço


Sonho do meu dormir

Passo meus dias pensando em ti

E não penses

Que mesmo quando morto te esqueci


Oh tu! que teu andar e tua face

São mais leves e suaves que o cetim

Bato ao teu coração

Por favor abre-o para mim


Minha musa

Que outrora foste magoada

Tu és tudo...

Eu... sou nada

6 comentários:

Ana Isabel disse...

Caro Viegas,

Já o tinha lido, como sabes. Gostei muito, acho que está verdadeiro e, à sua maneira, simples e grandioso.

Muitas vezes, alguém que temos do nosso lado, é o nosso ponto de inspiração, fonte de escrita... Aquele "algo" que nos faz continuar, movermo-nos a algum lugar, a outro sítio. E isso está explícito nestes versos: tu tens a tua musa, o teu ponto de direcção.

Beijinho.

Anônimo disse...

Viegas...este poema mexeu muito comigo. Dizes ai coisas que em muito associo a minha pessoa e outras, logicamente.

Tambem escrevo. Tanbem imagino. Tambem sofro. Tambem sonho.

Apenas deixo aqui a minha admiraçao. Ate aqui é o meu favorito ;)

Anônimo disse...

a tua musa´deve ter uma omnipresença sentida porque só assim te inspirarias desta forma gostei.
beijos

Anônimo disse...

Vivi-pega és um poeta :D gosto, gosto

Anônimo disse...

Ja tinha vindo aqui e não inha comentado!

Mas para um texto tau bom é preciso comentar!

Não sabia que escrevias assim tau bem gostei mesmo es muito bom nisto,acho que devias treinar para escreveres um livro,asério!

[Bjo Jegas es bastante engraçado :D]

P.S:Ele estiga bué lool

Anônimo disse...

adoro o blog! mas este poema e' especial, e' lindo =) *