Triste aurora esta
Manhã sombria pois não estás aqui
Nevoeiro este que tudo tapa
Até meus olhos que choram por ti
Mil palavras tenho
Para te dizer o que sinto
E nenhuma delas
Te dirá que minto
Minha vida
Abate-se sobre mim
Pensando que não te tenho
Caio num poço sem fim
Medo, falta de vontade
São tudo impedimentos
Porém não deves ignorar
Os teus sentimentos
O quente do teu abraço
O toque da tua mão
Com isso deixaste-me preso
Fugiste e levaste a chave do meu coração
Se a distância matasse
Morria de saudade
Dar-te-ei o mundo
Se me deres uma oportunidade
3 comentários:
O quente do teu abraço
O toque da tua mão
Com isso deixaste-me preso
Fugiste e levaste a chave do meu coração
Se a distância matasse
Morria de saudade
Dar-te-ei o mundo
Se me deres uma oportunidade
Por vezes, não fazemos o que deveríamos ter feito, nao agimos como era suposto, como era mais certo. E, assim, muitas vezes, perdemos grandes oportunidades, grandes chances de sermos felizes... Às vezes, gostava de ter dado oportunidades a quem nunca as dei. Mas depois penso que se calhar tal aconteceu por alguma razão, alguma que eu ainda não tenha percebido, que chegará com o futuro... (e, se não é assim na realidade, ao menos gosto de pensar que sim e ponho-me a imaginar...)
Esperemos, que a esperança nunca seja fugidia, e essa oportunidade surja mais cedo do que esperas.
beijos
gostei mesmo brutal....
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