quinta-feira, 10 de abril de 2008

Esperança Fugidia

Triste aurora esta

Manhã sombria pois não estás aqui

Nevoeiro este que tudo tapa

Até meus olhos que choram por ti


Mil palavras tenho

Para te dizer o que sinto

E nenhuma delas

Te dirá que minto


Minha vida

Abate-se sobre mim

Pensando que não te tenho

Caio num poço sem fim


Medo, falta de vontade

São tudo impedimentos

Porém não deves ignorar

Os teus sentimentos


O quente do teu abraço

O toque da tua mão

Com isso deixaste-me preso

Fugiste e levaste a chave do meu coração


Se a distância matasse

Morria de saudade

Dar-te-ei o mundo

Se me deres uma oportunidade

3 comentários:

Ana Isabel disse...

O quente do teu abraço
O toque da tua mão
Com isso deixaste-me preso
Fugiste e levaste a chave do meu coração
Se a distância matasse

Morria de saudade
Dar-te-ei o mundo
Se me deres uma oportunidade



Por vezes, não fazemos o que deveríamos ter feito, nao agimos como era suposto, como era mais certo. E, assim, muitas vezes, perdemos grandes oportunidades, grandes chances de sermos felizes... Às vezes, gostava de ter dado oportunidades a quem nunca as dei. Mas depois penso que se calhar tal aconteceu por alguma razão, alguma que eu ainda não tenha percebido, que chegará com o futuro... (e, se não é assim na realidade, ao menos gosto de pensar que sim e ponho-me a imaginar...)

Anônimo disse...

Esperemos, que a esperança nunca seja fugidia, e essa oportunidade surja mais cedo do que esperas.
beijos

Anônimo disse...

gostei mesmo brutal....