Vivo de novo
Renascido sou
Das cinzas de um falso amor
Como fénix que nunca voou
Voltei à vida
O abismo sem fundo escalei
Agora passeio-me à sua volta
Agora rio-me do que antes receei
Tenho tal brio
Que nem adamastores podem matar
Sou forte como penedo
Que nem poseidon pode quebrar
Dono do meu futuro
À minha vida dou um rumo
Controlo o meu Eu
As rédeas do meu destino assumo
Traço o meu próprio caminho
Sem nada para me deter
Agora que sou livre
Nada me pode impedir de viver
Amores do passado
Já não me assombram mais
Divino para mim agora
Deus... nada mais
Um comentário:
vá, que nem está muito mau. x)
a falar a sério. não posso dizer que esteja excelente, porque não estou dentro da área do que seja um bom ou mau poema. contudo, gostei muito do que li. :)
já ouviste dizer que poesia é aquilo que o poema não diz? frase bastante interessante.
beijinho *
Postar um comentário