sábado, 24 de maio de 2008

Ressurreição


Vivo de novo

Renascido sou

Das cinzas de um falso amor

Como fénix que nunca voou


Voltei à vida

O abismo sem fundo escalei

Agora passeio-me à sua volta

Agora rio-me do que antes receei


Tenho tal brio

Que nem adamastores podem matar

Sou forte como penedo

Que nem poseidon pode quebrar


Dono do meu futuro

À minha vida dou um rumo

Controlo o meu Eu

As rédeas do meu destino assumo


Traço o meu próprio caminho

Sem nada para me deter

Agora que sou livre

Nada me pode impedir de viver


Amores do passado

Já não me assombram mais

Divino para mim agora

Deus... nada mais

Um comentário:

V for Vanessa disse...

vá, que nem está muito mau. x)
a falar a sério. não posso dizer que esteja excelente, porque não estou dentro da área do que seja um bom ou mau poema. contudo, gostei muito do que li. :)

já ouviste dizer que poesia é aquilo que o poema não diz? frase bastante interessante.

beijinho *